Nyderor Valhahein

Elfo Valenar Ranger

Description:

TAIRNADAL RANGER

1,86m/70kg/Athletic/Black Hair/Deep Blue Eyes
200 years

Unique: The reincarnation of an Idol announced by the Prophecy

Backgrounds:
Batedor e Caçador Tairnadal +4
Navegador das águas do Principado de Lhazaar +1
Destruidor de Shothragoth +2
Investigador honorario da Watch +3
Tracker +5

Icon Relationships:
O Rei Orc – Negative Relationship (1 point)
Senhora das Trevas – Conflicted Relationship (1pt)
A Rainha Elfica – Positive Relationship (1pt)

Feats:
Tracker – Use stunt on urban enviroment

Talents: Valenar Horse, Double Melee Attack, Tracker

Valenar Horse – Counter-bite (mounted only); Improved Valenar Strike (mounted only, roll d6 for valenar strike

Double Melee Attack – damage die reduce one step, natural even roll, gain extra attack.

Tracker – +5 BG bonus on tracker. Terrain Stunt – Roll d6 at start of battle. When ED reaches number rolled, use stunt

Equipment:
Valenar Elven Armor
Double Scimitar
Longbow
Arrows x20
Traveling Gear
Elven Rope
Grappling Hook
Scimitar x2
Dagger x 2
Blanket (wool)
Fine Elven Wine
Zaelshin Tu
Zaelta

30gp

Bio:

Não sou bom com palavras. As idéias vêm facilmente à minha mente, mas tenho dificuldade em expressa-las. De toda forma, farei o meu melhor. Eu sou Nyderor Valhahein, membro do gloriso povo de Tairnadal. Para você eu pareço como outro elfo qualquer. Erro seu. Eu sou um Valaes Tairn, o que em sua língua significaria guerreiro da glória. Meu povo possui uma ligação espiritual extremamente forte com nossos antepassados, algo que um humano como você jamais seria capaz de compreender. Para nós Tairnadals, em primeiro lugar estão nossos antepassados, depois nossos bandos de guerra e por ultimo nossos laços de sangue. Quando um Tairnadal nasce, os Guardiões do Passado lêem os sinais de seu nascimento e determinam o ancestral que será seu patrono. No meu caso, eu só percebi a importância de meu patrono após perder meu bando e minha família.
Eu nasci sob a proteção ancestral de Sol Liadon, o que foi um desgosto para minha família, bando e clã. Liadon era considerado um traidor que tentou minar a fuga de meu povo das garras dos gigantes de Xen’drik. Foi por minhas ações que sua honra foi lavada e seu nome limpo. Mas isso virá mais tarde. Voltando ao assunto em pauta, devido a meu patrono, eu sempre fui tratado com desgosto pelos outros membros do clã. Apenas duas pessoas pareciam não se importar com isso. Uma delas era Haverra Phasha. Haverra era mais velha do que eu e sempre cuidou de mim como uma irmã, apesar de meus sentimentos por ela. O outro era Jumall Threnell. Eu suspeito que o único motivo pelo qual Jumall me tratava bem era Haverra, já que anos mais tarde descobri que ele também brigava pelo amor dela. Não pretendo me prolongar muito entrando em detalhes de minha família, já que eles deixaram de fazer parte de minha vida quando ainda era novo.
Meu bando havia sido designado pelo líder de nosso clã (mais tarde falarei dele), para investigar um possível grupo de batedores de Karrnath infiltrados no território de Cyre. Na época eu não tinha mais de 80 anos de idade, e já estava aprendendo a arte da guerra com meus irmãos. Para que pudesse ter alguma experiência em campo, acompanhei o bando. Alem de mim estavam Haverra e Jumall. O que deveria ser uma simples missão de eliminação se tornou um inferno na terra. Não sei ao certo o que aconteceu. Lembro-me apenas do fogo descendo dos céus, o cheiro de sangue, suor e carne queimada. De certa forma consegui escapar com Haverra em um ombro e ajudando Jumall a andar. Acredito que foi Sol quem guiou meus passos naquela noite. O fato de ter sobrevivido e ter salvado a vida de outros dois Tairnadals me trouxe muito prestigio e apaziguou o preconceito para com meu patrono.
Os eventos daquela noite me fizeram perceber a importância da proteção ancestral de Liadon sobre mim. A partir daí, comecei a treinar com os Guardiões dos Segredos para entrar cada vez mais em contato com Sol. Foi meu tutor nos Guardiões, Sendhor Porttel, quem me deu meu cavalo e companheira, Linwel Devo lembrar-lhe que nessa época a Ultima Guerra estava em seu auge. Eu ajudava da melhor forma possível, mas ainda era novo para participar de forma ativa dos combates. Mesmo assim eu consegui o respeito que sempre quis dos membros de meu clã.
Haverra esteve sempre a meu lado e, apesar de todas as minhas tentativas, ela se manteve neutra quanto a meus sentimentos. Jumall partiu alguns anos após o incidente. Mais tarde descobri que ele havia rumado para Xen’drik em busca de relíquias ancestrais. Penso que fez isso para se distanciar de Haverra e seu coração fechado.
O líder do clã era um sujeito rude e fechado chamado Felahim Tennerral. Ele nunca gostou de mim, sempre fazendo o possível para me colocar nas piores situações, e se zangando muito quando via que eu me saía bem sucedido. À medida que você entra em contato com seu ancestral patrono, você acaba absorvendo suas lembranças. Foi isso que aconteceu quando, ao completar meus 110 anos, tive uma visão que mudaria minha vida. Não falarei dela ainda, mas ela mudou ainda mais a minha relação com Felahim. Contei sobre meu sonho a Haverra, pois sabia que ela era a única que entraria de coração em minha causa. Então agimos.
Uma noite, fomos até a tenda de Felahim. Ele costumava caminhar por alguns minutos toda noite antes de se deitar, e aproveitamos disso para nos esgueirar. Vasculhamos em silencio e o mais rápido possível os papeis e documentos Quando já estava quase desistindo algo chamou minha atenção. Não passava de um documento burocrático, enviado por nossos contratantes de Cyre, mas de alguma forma eu via além. Depois dessa noite, eu passei a vigiar Felahim constantemente em suas caminhadas noturnas. Você humano teria desistido. São apressados demais. Mas nós elfos não. Eu vigiei Felahim por quase um ano e, mesmo após Haverra der-me como louco e desistir de me ajudar, eu continuei a observá-lo.
Uma noite, após retornar com meu bando para junto do clã após um combate, percebi que nosso líder estava se distanciando mais do que normal do acampamento. Segui-o como sempre e, dessa vez, minhas suspeitas estavam corretas. Ele se encontrou com uns humanos que depois eu descobri serem membros da casa Vadalis. Eles trocaram algumas palavras e documentos e depois se separaram. Segui os humanos junto de Linwel e os matei de forma tão letal quanto uma pantera. Em seus corpos, encontrei mais do que o necessário para confirmar minhas suspeitas.
Desafiar Felahim para um combate direto seria suicídio. Por isso confiei em meus instintos e agi de outra forma. Na manha seguinte, quando nos preparávamos para partir, aproximei-me dele e fiz minhas acusações. Acusei-o de conspirar contra o Grande Rei, de tramar junto da casa Vadalis contra nosso povo, de enviar meu bando e minha família para a morte anos atrás (dessa eu não possuía provas, mas nem eram necessárias), mas pior do que isso tudo, acusei seu antepassado (cujo nome me recuso a pronunciar) de traição. Dizendo isso, atirei ao chão para quem quisesse ver, os documentos, e cravei minha cimitarra na terra. Houve silencio enquanto todos olhavam perplexos o meu ato. Eu vi os olhos de Felahim brilharem de ódio quando ele arremessou sua cimitarra dupla em minha direção. E mesmo quando ela fez um corte em meu rosto e acertou o pote a meu lado, eu permaneci parado, sentindo o sangue escorrer por minha face. A coragem atua de forma estranha nas pessoas. Coragem ou medo. Felahim estava pronto para investir contra mim novamente quando foi impedido por outros soldados. Sendhor havia apanhado os documentos e agora ordenava a prisão de Felahim.
Expliquei a Sendhor minha visão. Nela, Sol descobria a trama do antepassado de Felahim para entregar meu povo aos gigantes. Meu patrono o confrontou, mas foi derrotado de forma covarde por seu rival e seus lacaios. O antepassado de Felahim culpou Liadon pela tentativa de traição e foi consagrado herói por derrotar o traidor. Agora, após o que havia acontecido, tudo iria mudar. Minhas ações e as ações de Felahim foram mais do que o suficiente para limpar o nome de meu ancestral. O antigo líder de meu clã seria julgado e sua punição seria a morte. Eu finalmente era reconhecido, agora não apenas pelo meu clã, mas por diversos outros clãs de Valenar.
A guerra prosseguiu e pouco menos de dois anos depois, nós, os Tairnadals, rompemos com Cyre e reivindicamos a terra de nossos antepassados como nossa. Felahim escapou, e apesar de acreditar que busca vingança, nunca mais o encontrei. Durante todos os anos restantes da guerra, lutei pelo Grande Rei e por Valenar.Nada fora do comum. Apenas com o final da guerra, minha vida passou por novas reviravoltas. Jumall, que eu não recebia noticias há décadas, enviou-me uma mensagem de Xen’drik.. Nela ele contava sobre um grupo de saqueadores que haviam profanado a cova de um soldado anônimo. Pelo símbolo, ele descobriu que se tratava da cova de Liadon. Jumall acreditava que os saqueadores estavam rumando em direção aos Principados de Lhazaar. Despedi-me de Haverra e parti em busca dos saqueadores.

(Vai ser em Lhazaar provavelmente que terei encontrado o personagem do Vlad, então não vou escrever ainda, mas vai ter sido lá que conseguiu o dedo do meu patrono para fazer o meu zaelshin tu)

Foram quase dois anos até meu retorno as terras de Valenar. Devo dizer que muito mudou desde que parti. Haverra atentou contra a vida do Rei e está foragida. É esse o motivo pelo qual parti novamente. A maioria acredita que ela se esconde nas Mourn Lands, mas algo me trouxe até Eldeen Reaches e novamente irei confiar em meus instintos. Mas meu coração pesa por não saber se serei capaz de fazer o que é certo.

Nyderor Valhahein

Nova Khorvaire alyssonlago alyssonlago